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Liderança Cristocêntrica

A Longanimidade de Deus

Eduardo Mendes · 2024–2025 · Leitura de 1 min

13 "apesar de eu ter sido blasfemo, perseguidor e arrogante. Ele, porém, me concedeu misericórdia, pois o que fiz se devia à ignorância e à incredulidade;"

14 e a graça de nosso Senhor transbordou com a fé e o amor que há em Cristo Jesus.

15 "Esta palavra é fiel e digna de toda aceitação: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal;"

16 mas por isso ele me concedeu misericórdia, para que em mim, o principal deles, Cristo Jesus mostrasse toda a sua paciência, a fim de que eu servisse de exemplo aos que haviam de crer nele para a vida eterna. 1 Tm 1.15-16.

Três coisas que me chamaram atenção neste texto:

Primeira: Paulo o qualifica como uma das pessoas mais terríveis para ser alcançada pela graça misericordiosa de Deus. Veja no verso 13 como ele se autoqualifica: Blasfemo, perseguidor, arrogante, incrédulo e ignorante.

O verso 14 menciona que a graça transbordou na vida de um desqualificado. Isso é graça!

Segunda: Deus não tem pressa de condenar ninguém. Quando Deus o convoca para ser Seu apóstolo, ele tinha aproximadamente 30 anos. Foi o momento em Deus achou que ele deveria ser salvo. O Senhor não se atrasa em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Pelo contrário, Ele é extremamente paciente para convosco e não quer que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento. 2 Pedro 3..

Terceira: Sua vida serviu de exemplo (v.16) aos que haviam de ser salvos.

Texto fantástico! Ele mostra que não há pressa para condenar, pois nem Deus teve pressa. A nossa pressa não é compatível com longânime misericórdia de Deus.

MISERICÓRDIA PRESENTE – V. 13

Deus não tem pressa de condenar, mesmo os blasfemos, perseguidores e arrogantes e incrédulos.