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Liderança Cristocêntrica

Tradições São Boas, mas Desafiar Tradições É Ainda Melhor

Eduardo Mendes · 2024–2025 · Leitura de 2 min

Você pode ter passado boa parte de dezembro planejando e definindo metas para o próximo ano. Agora é janeiro — o mês em que começamos a colocar as resoluções em prática. Que desafios enfrentamos no ano passado? Que procedimentos, comportamentos e relacionamentos precisamos levar para o novo ano?

Os Estados Unidos são um país movido por tradições. As pessoas tomam suas decisões com alta consideração pelo que foi feito no passado. É bom ter tradições, mas estar disposto a desafiá-las nos permite confrontar o status quo. Afinal, operar com base em tradições ineficazes é um caminho perigoso. Um exemplo claro vemos hoje: a desconexão entre as gerações mais jovens e as mais velhas.

(Exemplo da vida real) Um dia, um pastor de crianças de uma igreja pequena perguntou: "Por que fazemos a programação dos jovens às quartas-feiras?" Sua pergunta surgiu porque os jovens não estavam mais aparecendo nas noites de quarta. Imediatamente, o pastor titular respondeu: "Porque sempre fizemos às quartas, e sempre funcionou." O pastor de crianças replicou: "Acho que não está mais funcionando. Acabei de ler que, quando os jovens vão para a faculdade, 75% deles abandonam a fé. Esses números estão relacionados à maneira como estamos fazendo o ministério de crianças/jovens?" O pastor titular respondeu: "Sempre fizemos assim; não vamos mudar agora." O pastor de crianças encerrou respeitosamente a conversa, porque o pastor titular não estava disposto a desafiar a tradição e abrir um diálogo.

Às vezes, a mudança não é apenas necessária... é obrigatória! As tradições são boas, mas nós, líderes, precisamos estar cientes de que o mundo está em movimento. É difícil administrar a mudança, mas, quando ela é mais eficaz do que "a maneira como as coisas sempre foram feitas", vale a pena.

Como líderes cristocêntricos, precisamos mudar o status quo pelo bem da nova geração. O Evangelho sempre permanecerá o mesmo, mas, fora das grandes verdades que ele contém, temos um mar de oportunidades para nos conectar com as gerações mais jovens. Um líder cristocêntrico precisa estar atento para desafiar o status quo, mantendo o fundamento no Evangelho imutável.

Como você vê a resistência à mudança afetando o mundo ao seu redor?